quinta-feira, 23 de dezembro de 2010



Tem que parar com isso acabar com essa matança
Enquanto tem gente morrendo tem outros enchendo a pança
Mas se você quer brigar ponha a barba de molho
Comigo é dente por dente,meu irmão .. olho por olho
Se você tem amor pelo que que tem no peito
D2 mas mantenha o respeito ♪

aqui , agora

Sorri, quando a dor te torturar, e a saudade atormentar, os teus dias tristonhos, vazios. Sorri, quando tudo terminar, quando nada mais restar, do teu sonho encantador, Sorri.
quando o sol perder a luz, e sentires uma cruz, Nos teus ombros cansados, doridos sorri. Vai mentindo a tua dor, e ao notar que tu sorris, todo mundo irá supor, que és feliz.

..


Acabou. Essa foi a última palavra. Fim, término, não restou nada.. Só o silêncio, o tal silêncio que angustia muito mais que milhares de palavras. Silêncio que foi rompido com aquele: fica bem, tá? Bem.. O que seria ficar bem? Esquecer todos os planos, sonhos, planos, promessas? Entender que foi tudo em vão? Não, eu não ficaria bem. Corri para o litoral. Lá era o único lugar capaz de curar aquela dor. Acordei no meio da viagem com essa tempestade de pensamentos em minha cabeça. Olhei pela janela do ônibus e vi que o céu estava lindo. Foi estranho pra mim ver que tudo lá fora estava normal, perceber que o tempo não parou pra que eu pudesse me recompor. Abri a janela. Aquele vento tocou meu rosto com tanta leveza que meu coração ficou pesado, com aquele peso que a gente sente quando sabe que ele está cheio de feridas que não cicatrizam. Aquele vento que tocava meu rosto me lembrando que o tempo ia com ele, e que eu continuava ali, parada, sofrida, machucada. De repente aquela lembrança me vem à cabeça. Noite de céu estrelado, nós sentados em um banco de praça, a lua a nos vigiar, e aquela frase, primeira frase, “eu te amo”. Amar.. Como aquele verbo tão lindo, tão glorificado, tão falado e sonhado poderia doer tanto, e tanto, e tanto? Quantas dúvidas.. E o vento tocando o meu rosto. Olhei para o lado e percebi que ali estava uma menininha, 14 anos acho, e ela contemplava uma foto de um garoto. De repente beijou-a e apertou-a contra o coração. “Irmão?”, perguntei. “Namorado”, respondeu. Sorri, e senti vontade de falar pra ela que aquilo não valeria a pena, que ela acabaria só, triste e ferida como eu, que no fim tudo desabaria, que nada seria como planejavam. Me contive. Não possuía o direito de acabar com a felicidade de outra pessoa, tão jovem. Ela merecia curar suas próprias cicatrizes. Tornei a olhar o céu. Daquele local dava pra avistar bem a lua. Ela estava linda, aquele tipo de dia que ela chega a ficar amarelada, perfeita. Uma lágrima rolou pelo meu rosto, e aquele nó fechou a minha garganta. “Será que ele está vendo ela?”, pensei com os olhos cintilando de carinho. “Não”, respondeu minha razão grosseiramente. Me veio a cabeça aquela ultima frase: fica bem, ta? Não, eu não estava bem, mas sabia que algum dia ia ficar. Aquilo também iria passar.

domingo, 7 de novembro de 2010

melodia das minhas manhãs .

fã ?

Minha amnésia apagou você e agora é minha vez de te falar. Eu não vou acreditar no que você me diz, no que inventa para ser feliz nesse seu mundo que vai te matar. Eu cansei, eu não consigo esperar você, eu paguei caro para te esquecer. De todos planos eu já desisti, deixei pra trás tudo que consegui. Na minha vida não vai mais entrar, na sua vida não vou mais passar. E se você tentar me esquecer, vai pagar caro por me conhecer.

sexta-feira, 5 de novembro de 2010


Sabe aquela mulher super equilibrada? Que nunca te cobra nada? Super segura, nada ciumenta e calma? Então, ela tem outro. Com certeza.